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terça-feira, 31 de agosto de 2010

Condenado à pena de morte suicida-se após ter sentença revertida

Um preso nos Estados Unidos que estava condenado à pena de morte suicidou-se na mesma semana em que seus advogados conseguiram reverter a sentença de morte para prisão perpétua.

Segundo o jornal americano San Francisco Chronicle, George Smithey, de 70 anos, enforcou-se com seus lençóis em sua cela na prisão de San Quentin, no Estado da Califórnia. Seu corpo foi encontrado no sábado. Ele estava preso há 31 anos.

O porta-voz da prisão disse que não está claro se Smithey sabia que sua pena de morte havia sido revertida.

Smithey foi condenado à morte em 1989 por matar uma mulher após invadir a sua casa, no ano anterior. Ao longo das últimas décadas, o caso foi sendo rediscutido pela Justiça americana.

Ele sofria de um retardo mental. Em 1989, o juiz do caso não aceitou a alegação de retardo mental como defesa.

No entanto, em 2002, uma decisão da Suprema Corte americana mudou a jurisprudência para este tipo de caso. Psicólogos avaliaram Smithey e constataram que ele sofreu de problemas mentais durante a maior parte da sua vida adulta.

No último dia 23, os promotores públicos anunciaram que não contestariam a decisão da Suprema Corte americana de transformar a pena de morte de Smithey em prisão perpétua. Cinco dias depois, o corpo do prisioneiro foi encontrado na sua cela.

sábado, 24 de abril de 2010

Condenado nos EUA opta por fuzilamento

Um condenado por assassinato no Estado americano de Utah escolheu ser executado por um pelotão de fuzilamento.

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Ao ser oferecido a opção de uma injeção letal ou o fuzilamento, Ronnie Lee Gardner disse ao juiz "gostaria do esquadrão de fuzilamento, por favor".

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Dos 35 Estados americanos que possuem a pena de morte, Utah é o único que oferece o fuzilamento como opção, para os que foram condenados antes de 2004.

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O juiz na cidade de Salt Lake marcou para 18 de junho a execução, embora o advogado de Gardner tenha dito que vai entrar com recurso, pedindo para que a sentença seja transformada em prisão perpétua.

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Leia mais no site da BBC Brasil clicando AQUI

terça-feira, 15 de janeiro de 2008

Pena de morte por Apedrejamento

Extraído do site www.agestado.com.br


Anistia pede que Irã acabe com morte por apedrejamento

Defensores da punição alegam que ela está prevista no livro sagrado dos muçulmanos.

Jon Leyne - BBC

De Teerã para a BBC - A organização de defesa dos direitos humanos Anistia Internacional pediu ao Irã a abolição da pena de morte por apedrejamento. Em um relatório divulgado nesta terça-feira, a organização descreve o apedrejamento como uma prática "horrenda", formulada especificamente para aumentar o sofrimento da vítima. De acordo com a Anistia Internacional, o Irã é o único país do mundo onde a morte por apedrejamento é prevista em lei e ainda praticada.

As vítimas são enterradas até o peito ou o pescoço, e têm pedras atiradas sobre elas.

As leis iranianas estipulam que as pedras não podem ser nem pequenas demais, nem excessivamente grandes para que a vítima não seja morta imediatamente.

Nos últimos cinco anos, juízes em Teerã vem tentando proibir a prática, mas um homem condenado por adultério foi executado dessa forma em uma província remota no ano passado.

De acordo com a Anistia Internacional, mais cinco mulheres e dois homens enfrentam a mesma punição. Nenhuma resposta oficial sobre o pedido da Anistia Internacional foi divulgada, mas defensores da punição alegam que ela está prevista no Alcorão, o livro sagrado dos muçulmanos, e só é imposta em casos extremamente raros.